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  • Luo Pan

Penso, logo...

“Penso, logo existo”

- René Descartes


Pelo calendário chinês o ano de 2018 tem a regência do Cachorro de Terra e isso traz para todos nós o acesso mais "fácil" às frequências vibracionais de firmeza, retidão, honestidade, rigidez, otimismo e compaixão (a gente já falou sobre isso com detalhes aqui). E inclusive por isso, este é um período em que nos sentimos impelidos a organizar os fluxos em desarmonia (desequilibrados) principalmente no que tange a direitos humanos, o que acaba ativando em nós a crítica. Até aí tudo bem, pois quando ela está baseada em uma visão compassiva e inclusiva, voltada para o bem maior, ela nos leva a novos patamares de consciência coletiva e de desenvolvimento como indivíduo e como sociedade. Quer dizer, nós conseguimos olhar para algo, perceber o desequilíbrio e fazer um movimento em direção a uma solução. Mas quando nos perdemos nos anseios do ego, acabamos enredados pela crítica, e envolvidos em discussões inócuas, situações difíceis e muitas vezes em desentendimentos desnecessários. Então, como lidar com a crítica? Como lidar com a necessidade de criticar? Como saber o limite? Como saber quando a nossa crítica está ainda na senda do amor e da compaixão ou se ela está movida apenas pelo ego?


A resposta começa no silêncio.


Silencie a mente... Respire. Deixe os pensamentos, julgamentos do que é bom ou ruim passarem por ela como folhas ao vento. Olhe para o que está em questão como o Sol, que derrama sua luz e calor sobre tudo sem distinção. Então, olhe para a questão assim, apenas como ela é, sem classificar, sem colocar rótulos. Isso tira toda a carga emocional do que está sendo avaliado ou trabalhado e facilita muito a identificação do que vem do amor ou do ego. Quando a crítica vem do amor, ela nos permite observar o objeto da atenção exatamente como é e nos dá espaço para enxergar caminhos, passos e movimentos. Em contrapartida a crítica que vem do ego negativo nubla a visão, nos deixa "engatados" no "problema", na dor e geralmente aumenta o sofrimento.


Então, quando sentir-se preso, ou presa em pensamentos recorrentes, em discussões sem fim, ou em situações repetitivas: respire! Dê um passo para trás e experimente ouvir o silêncio por alguns segundos. A solução para cessar o sofrimento de qualquer natureza é a entrega e ela começa no silêncio. No silênciar a mente “julgamentosa”. No silêncio grandioso do ser e existir. Neste momento permita-se apenas ser e depois de alguns minutos, olhe novamente para a questão com esse olhar inteiro. Muito provavelmente o caminho para soluções se abriu neste segundo ou terceiro olhar, e às vezes, quando olhamos novamente, o problema nem está mais ali... já se desfez em um novo caminho mais livre e próspero.

Eu Sou, logo vivo livre e feliz no fluxo do existir. ;)



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Renata Ayra é daquelas curiosas da vida, fã de viagens, cinema, música e arte. Apaixonou-se cedo pela cultura e ciências orientais, tanto que fez disso profissão. E como gosta de compartilhar o que aprende, de vez em quando se mete a escrever umas letrinhas aqui e alí.


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